Publicado por: cjebisma | Março 25, 2010

1ª Edição do Prémio Escolar de MicroContos

Concurso promovido pelo Clube de Jornalismo

                       Ambar Van Slooten

          (Regulamento disponível no BOCA ROTA)

Publicado por: cjebisma | Fevereiro 26, 2010

Sugestão de filme

O Leitor

 

          Ficha Técnica

 

Título original: The reader

 País: Estados Unidos        

 Ano: 2008

Género: Thriller

Duração: 123 minutos

Realização: Stephen Daldry

Interpretação:

  • Ralph Fiennes 
  • Kate Winslet 
  • Kirsten Block
  • Jeanette Hain
  • David Kross

Argumento: David Hare

Sinopse:

            Na Alemanha do pós 2ª Guerra Mundial, o adolescente Michael Berg, que se encontra doente, sente-se mal no meio da rua e é ajudado por Hanna, uma estranha com o dobro da sua idade.

         Michael recupera entretanto da escarlatina e vai à procura de Hanna para agradecer. Ambos são rapidamente arrastados para um apaixonado, mas secreto, caso amoroso.

         Michael descobre que Hanna adora que leiam para ela e a relação entre eles intensifica-se.

         Um dia Hanna desaparece misteriosamente, deixando Michael confuso e de coração partido.

         Oito anos depois, Michael é um estudante de direito que observa julgamentos de alguns nazis e fica estupefacto ao ver Hanna sentada no banco dos réus.

         À medida que o passado de Hanna é revelado, Michael desvenda um grande segredo que irá ter impacto na vida de ambos.

Nancy Tavares

Publicado por: cjebisma | Fevereiro 26, 2010

Sugestão de audição

Michael Bublé

Membros

  • Michael Steven Bublé

Origem

  • Columbia Britânica, Canadá

País

  • Canadá

Género

  • Big Band
  • Jazz
  • Pop
  • Rhythm and Blues

Período de actividade

  • 1996 – Actualmente

Álbuns

  •     2003 Michael Bublé
  •     2005 It’s Time
  •     2007 Call Me Irresponsible
  •     2009 Crazy Love

Ao vivo:

  •     2005 Caught in the Act (CD e DVD)
  •      2004 Come Fly with Me (CD e DVD)

    2009 Meets Madison Square Garden (CD e DVD)

Site oficial

www.michaelbuble.com

Publicado por: cjebisma | Fevereiro 26, 2010

Sugestão de leitura

   Penelope – Marilyn Kaye

     Um livro que defende os valores da amizade, amor, compreensão e beleza interior, em detrimento da aparência física. Penelope Wilhelm é uma menina que, graças a uma asneira cometida por um dos seus antepassados, nasceu amaldiçoada com um focinho de porco no lugar do nariz.

      Em resultado, cresceu enclausurada pela família, que teme o desprezo de que a filha seria alvo caso mostrasse a cara na rua. A única forma de Penelope quebrar a maldição é conseguindo que alguém de sangue nobre a ame apesar do seu defeito, e toda a sua vida decorre em torno disso. Dia após dia, suporta os esforços dos pais em arranjar-lhe o par perfeito…e dia após dia sofre uma desilusão.

     Depois de mais um falhanço, Penelope decide que não deseja mais sentir-se presa pelo aspecto. Foge de casa, e ocultando o nariz com um cachecol, parte à conquista do mundo que existe além daquele que até então conhecia. Faz amigos que não a abandonam nem quando revela o seu verdadeiro rosto, experimenta um pouco da vida que sempre lhe estivera vedada, e até descobre o amor com alguém que por acaso não é nobre. Por fim, a heroína chega a uma conclusão: não importa a aparência exterior, e sim quem se é. Conclusão que deveria servir de lição a toda a gente.

 

Ambar Van Slooten

Publicado por: cjebisma | Fevereiro 26, 2010

Editorial

    Quando se fala em “discriminação” temos sempre tendência a pensar em racismo. No entanto, a discriminação tem muitas formas e por vezes nem sequer nos apercebermos delas, pelo que é muito mais abrangente do que atitudes racistas e a prova disso mesmo é que, apesar de negarmos, todos nós já discriminámos alguém, alguma vez, nalgum lugar, por algum motivo (ou sem nenhum), e isso não significa que sejamos racistas.

     Não é verdade? Alguém dirá que não, mas pensemos um pouco. Quem nunca deixou de brincar com um colega por este, num infeliz momento, ter o nariz sujo? Ou por não ter tantos brinquedos? Ou por usar a roupa dos irmãos mais velhos? Ou por ser gordo? Ou por ser mais tímido? Ou por não correr tão depressa? E a lista bem podia continuar… Isto é discriminação, talvez inocente, mas é.

     No seio escolar, estamos constantemente a discriminar e a ser alvo de discriminação. Até na nossa EBISMA, apesar de situada num meio pequeno, isso é bastante visível pelos diferentes grupos que pouco se relacionam: há os “fifis”, os “labregos”, os “fumadores”, os “cromos”, etc. É óbvio, e normal, que formemos amizades com pessoas que partilhem os mesmos gostos e hábitos que nós, mas isso não deve pôr em causa o nosso relacionamento com pessoas um pouco diferentes. Temos que manter a mente aberta e não devemos excluir uma pessoa partindo do simples facto de que é fumador, ou não usa roupa de marca. Não devemos ser preconceituosos!

     Na minha opinião, aceitar o diferente/estranho parte de uma boa educação. Por exemplo, uma criança com cinco anos que aponte o dedo para um indivíduo portador de deficiência motora é perfeitamente normal, pois é algo diferente daquilo que a criança está habituada. No entanto, é fundamental que os pais ajam com maturidade e eduquem a criança de maneira a que esta, posteriormente, não estranhe perante uma situação semelhante. Evita-se, assim, a criação de hábitos discriminatórios e, consequentemente, atitudes de aversão ao diferente em idades menos próprias.

     Isto seria perfeito, se fosse tão fácil como dizê-lo. O que acontece muitas vezes é que não há um adulto responsável por perto para conceder essa educação e a criança faz juízos de valor errados, tornando-se frequentemente cruel para com o diferente.

     E quem não sabe o quanto dói ser deixado de parte ou gozado por ser um pouco diferente? É muito fácil discriminar e esquecer, ser discriminado nem tanto.

Ana Sanona

Publicado por: cjebisma | Dezembro 17, 2009

Cartas diferentes para o Pai Natal

Vila do Porto, 11 de Dezembro de 2009

Caríssimo Pai Natal,

Como estás?

Espero que estejas bem!

Estou aqui a escrever-te, porque me cheirou a Natal e achei que já estava na altura de te escrever.

Sendo assim agora vou-te informar do que quero este ano, mas ficas já a saber que não vai ser fácil de conseguires!

Quero que o meu cão Man aprenda a dançar a valsa para ser o meu parceiro.

Quero oferecer uma sereia (daquelas com o cabelo avermelhado) ao meu irmão.

Também adoraria ter um mar no meu quarto.

Gostava de ter também um camelo voador e um pinguim a jacto.

Gostaria de oferecer à minha família muita felicidade e paz.

Gostava que as minhas manas estivessem aqui presentes nos meus momentos mais difíceis.

O meu último pedido só poderá ser possível com a ajuda de todas as pessoas do mundo. Já deves ter imaginado o que é, não é?

O que eu queria mesmo, mesmo era paz e alegria, não só para as pessoas que vivem nos países muito longínquos, como o Iraque, mas também para as pessoas que vivem aos nossos pés e que nós achamos que não precisam de nada, mas afinal precisam da coisa mais importante de todas, amor e compreensão.

Espero que continues bem,

Um beijinho da Filipa Costa, 7ºA, nº 13

Vila do Porto, 11 de Dezembro de 2009

Querido Pai Natal,

Tudo bem? Não te vejo quase há um ano, desde aquela vez que ficaste entalado na minha chaminé, no ano passado, lembras-te?

Por aqui está tudo bem. O Inverno está no ar, o cheiro a Natal já paira, e a minha casa está toda decorada com enfeites vermelhos, dourados e brancos e já todos ansiamos a tua chegada.

No entanto, este ano não te quero pedir bens materiais. Este ano vou dar-te mais um bocadinho de trabalho… Vou pedir-te para não ver mais guerras no Iraque, e nos restantes países, vou pedir-te para recheares todas as famílias de união, alegria, felicidade e amor, vou pedir-te que as pessoas deixem       de ter fome, frio e doenças muito graves, vou pedir-te que dês abrigo aos mendigos e desabrigados  e lhes enchas corações de esperança e alegria. Finalmente, vou pedir-te que a paz encha todos os corações e povos.

Bem, como reparaste, não precisas de dinheiro para satisfazer os meus pedidos. O dinheiro não paga nada disto.

E assim me despeço, e não te esqueças dos meus pedidos!

Com um grande beijinho da tua fã e sempre amiga,

Joana Baptista, 7ºA, nº 14.

P.S.: O meu pai já alargou a lareira. Pode ser que este ano já caibas, a não ser que tenhas comido muitos doces!

Publicado por: cjebisma | Dezembro 17, 2009

Sugestão de filme

Lua Nova: New Moon

.Título Original: The Twilight Saga: New Moon

. Intérpretes: Kristen Stewart, Robert Pattinson, Taylor Lautner, Nikki Reed, Michael Sheen, Dakota Fanning, Cameron Bright

Realização: Chris Weitz

Género: Fantástico, Terror, Romance

Duração: 2h10mins

. Origem: EUA

Após Bella recuperar do ataque de um vampiro que quase lhe tirou a vida, pensa em comemorar o seu aniversário com Edward e a sua família. Porém, após um incidente durante a festa, quando Bella derrama uma gota de sangue, Edward decide deixar a cidade de Forks para o bem da sua amada. Inconsolável, Bella estreita os seus laços de amizade com Jacob Black, sem imaginar que um perigo ainda maior a aguarda.

Continuação da saga Crepúsculo, baseada no livro de Stephenie Meyer.

Publicado por: cjebisma | Dezembro 17, 2009

Sugestão de audição

Kings of Leon

Esta banda é formada por três irmãos e um primo e o nome “Leon” é uma homenagem ao seu avô.

Membros:

  • Caleb Followill – Vocal, Guitarra
  • Matthew Followill – Guitarra, Solo
  • Jared Followill – Baixo
  • Nathan Followill – Bateria

Origem: Nashville, Tennessee

País: Estados Unidos

Género: Rock Alternativo

Álbuns:

  • Youth and Young Manhood (2003)
  • Aha Shake Heartbreak (2004-2005)
  • Because of The Times (2007)
  • Only by the Night (2008)

Site oficial: http://www.kingsofleon.com/

Publicado por: cjebisma | Dezembro 17, 2009

Sugestão de leitura

Pássaros Feridos – Collen McCullough

Neste romance é contada, através de três gerações a história da família Cleary. Quando Paddy, o patriarca, se torna herdeiro da família de uma parente muda-se com o resto da família para o lugar onde esta se tinha estabelecido.

Enquanto Paddy e Fee se procuram adaptar à nova vida na Austrália, a filha mais nova de ambos, Meggie, aproxima-se de Ralph, o padre da paróquia. A relação entre ambos rapidamente se transforma num romance impossível, e embora Meggie acabe por casar com outro, de quem tem uma filha, nunca esquece Ralph.

Um encontro dos dois leva a que ela engravide de novo, desta vez do padre, mas a jovem esconde o facto, e dá esse filho, Dane, como sendo do marido. Ralph nunca chega a saber do facto, e ascende a cardeal. Entretanto, Dane cresce, e, para grande desespero da mãe, escolhe também a vida eclesiástica, tornando-se protegido do homem que, embora o ignore, é seu pai. Diferente é a sua meia-irmã Justine, amante da vida mundana, que se torna uma actriz de sucesso mas sem sorte no amor.

As vidas das personagens desenrolam-se normalmente, até se dar uma tragédia que colocará a nu todos os segredos e, finalmente, fará os protagonistas ver a verdade acerca dos seus sentimentos. Mas como tantas coisas na vida… nessa altura poderá ser demasiado tarde.

Ambar Slooten

Publicado por: cjebisma | Dezembro 17, 2009

Editorial



O Natal… O Natal é uma época desejada pela maioria de nós. É uma época de amor, família, fraternidade, caridade… Será?

Cada vez mais vivemos isolados na nossa concha privada e esquecemo-nos que existem pessoas a necessitar de nós num lugar qualquer, às vezes mesmo ao nosso lado, e não fazemos caso, ignoramos, porque é mais fácil não olhar. Pois bem, parece que no Natal toda a gente deixa de ter esse medo de olhar! Parece que no Natal todos temos de ajudar alguém! Parece que só no Natal existem pessoas necessitadas, à espera de um sorriso nosso… De repente lembramo-nos disso porque “fica bem” e “é Natal”, como se fosse obrigatório sermos “bonzinhos” no Natal, uns para agradar o senhor de barbas brancas, outros só mesmo pelas aparências.

E depois vem o “melhor” do Natal. A verdadeira razão pela qual é uma época tão querida por todos, especialmente pelos mais novos: as prendas, e com elas aquela febre de querer, querer e querer, o auge anual do consumismo. O próprio Pai Natal, que todos nós adoramos, ou adorámos, é fruto desse consumismo, fruto dessa ganância e egoísmo do ser humano…

Será que o espírito do Natal não nos pode também ajudar a pensar? Os nossos avós viviam o Natal em festa, tal como nós, mas não à espera de receber este ou aquele presente. Eles viviam o Natal, não à espera de receber este ou aquele presente, mas porque significava uma época de fé e, para eles sim, o Natal era uma época de amor, família, fraternidade, caridade. Para eles sim, o Natal era Natal, uma época cheia de valores importantes que a sociedade de hoje tem vindo a esquecer. Para eles sim, tudo era mágico… Não faziam birras quando não recebiam o que tinham pedido ao Pai Natal porque, em primeiro lugar, nem existia Pai Natal mas sim o Menino Jesus; e depois, pediam pouco ou nada pelo que tudo o que recebiam era bem-vindo.

Acho sinceramente que eram mais felizes enquanto crianças, davam mais valor àquilo que possuíam e não passavam o tempo a pedir outro brinquedo novo, mesmo que o que tinham estivesse todo partido e gasto.

É pena que o mundo tenha transformado uma época tão bela num pólo de consumismo. Até as televisões fazem das compras natalícias notícia principal! Que vergonha… Com tantas pessoas a sofrer sem ter o que comer, nós preocupamo-nos com o que vamos oferecer a esta ou àquela pessoa, porque, mais uma vez, “fica feio” não oferecer nada.

Precisamos de mudar, e essa mudança está nas nossas mãos.

Feliz Natal!

Ana Sanona

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